josé cid – O verdadeiro artista

Parece que eu estava mais certo do que previa na conclusão do post anterior.
O natal chegou, como eu esperava, mas ainda mais cedo do que pensava.
Logo no dia seguinte pra ser mais preciso. Um mês antes do outro Natal, o do menino Jesus, filho do Pai Natal.
Quase em cima do acontecimento, soube que o verdadeiro artista: José Cid, subiria ao palco nesse mesmo dia – 24 de Novembro, noite desta consoada.
Sem pensar 2 vezes, peguei no pouco que tinha no bolso e decidi ir reviver os clássicos desse marco da música portuguesa.
Depois de prolongada ausência, Cid volta de tempos dos quais já não me recordo, depois de uns 20 anos, que canto e voltei agora a cantar:
“Vem viver a vida amor
Que o tempo que passou
Não volta, não.
Sonhos que o tempo apagou
Mas para nós ficou
Esta canção
Vinte anos mais tarde
Encontrei-te por acaso
Numa rua da cidade
Onde moravas
Ficámos parados
E olhámo-nos sorrindo
Como quem se vê
A um espelho pela manhã”
Nem este pequeno excerto, nem esta música podem simbolizar uma pequena parte de tudo o que se viveu nessa noite Inesperadamentes transcendentAl que se viveu no Campo Pequeno, ou nas palavras do próprio artista:
“Escutem estas canções mas ouçam sobretudo as minhas coisas boas.”
Se me permitissem a resposta:
“Como o macaco gosta de banana eu gosto de você”
lynch ado
é ter oportunidade, vê-la passar tão perto que quase se pode tocar…
eu estive lá, e vi. mas só de relance
David Lynch a dar uma masterclass no european film festival.
ele é o senhor do meio. embora com a qualidade de imagem que se verifica isso seja indiferente.
A verdade é que 2 estudantes da ESCS do IPL ficaram
de me enviar uma gravação audio que fizeram de quase toda a masterclass.
Esse tal de Lynch parece ter muito a dizer. e as pessoas parecem dar ouvidos ao que ele diz. Dos curtos 15 minutos que vi, gostei. bastante!
codebits presents
Parece que as tais apresentações em 90 segundos já foram:
em 90 segundos (corrigidos):
- há coisas engraçadas
- há coisas engraçadas bem vendidas
- há coisas engraçadas mal vendidas
- há coisas sem graça nenhuma (~bem vendidas)
a ver vamos, como dizem os cegos!
(já dizia o baterista)
FL – SL – GE
Estou a ressuscitar a minha personagem do second life:
albano Altamura
Depois de tantos meses inanimado deve estar encostado a um canto, a precisar de um banho e de companhia.
E isto são os primeiros sinais da minha insanidade mental…. agora
sim, tenho que ligar a minha psiquiatra.
Entretanto também volto a instalar o google earth, para verificar as novas funcionalidades, ao mesmo tempo que olho para algumas estatísticas no alexa e no google trends relacionadas com estes 2 serviços.
Interessante reparar que se especula sobre um second life da google e também que a barbiegirls.com em pouco tempo atingiu a procura do secondlife.com
Está tudo louco!
codebits2007 beta
Interessante reparar que das conferências que vi, entre as quais se incluem as de pessoas da amazon, da microsoft, da sapo e sei lá…aquela que me despertou mais o interesse foi mesmo a de Fred Oliveira.
E porquê? Foi a que me pareceu mais próxima de uma linguagem “real” e sobre a qual não vi interesses do peixe graúdo da informática, a tentar vender o seu plâncton ao peixe miúdo.
Hoje foi isto…
amanhã logo se vê.
