Pontos Negros (no Mercado Negro)
Um destes dias interrompi a azafama constante em redor do desenvolvimento e construção de Carne p’ra Canhão para ir ao Mercado Negro, em Aveiro assistir a um concerto de Pontos Negros e… sim senhor:
A comparação com The Strokes é inevitável, mas ainda assim não deixa de ser uma grande adição ao rock português. E portam-se bem em concerto, não tem a experiência de uma grande banda, mas isso vem com o tempo.
É ficar de olho neles.
Guerrilha
Ultimamente é mais investir em acções de marketing de guerrilha:
- o objecto: carne p’ra canhão
- as ferramentas: todas as que surgem
- o orçamento: nulo, ou quase.
- os locais: grandes concentrações de pessoas
As experiências mais significativas podem ser vistas na acção de Guerrilha no Jumbo e Carne p’ra Aluvião. Tudo isto, como referido, no âmbito do projecto Carne p’ra Canhão, uma série de ficção para a web. O blog oficial -> Entre a Carne e o Canhão
2ª fase
Xiii… tanto tempo ausente. Último post a 2 de janeiro e novo post a 9 de Outubro. Do mesmo ano vá lá. Mas pra reproduzir o post de outra casa:
Carne p’ra Canhão (e este blog talvez) entra agora numa segunda fase de desenvolvimento. Tendo sido acolhido pelo laboratório da Sapo na Universidade de Aveiro, a série será desenvolvida no âmbito desde espaço de I&D . Transferimo-nos então para essa nova casa, em espaço próprio e onde serão publicados os desenvolvimentos de Carne p’ra Canhão.
Carne p’ra Canhão brevemente no seu web browser
Entre a Carne e o Canhão
Carne pra canhão
Palavras para quê?
Tem tiros, explosões, facas, alheiras, bacalhau e gajas boas: O que um homem pode pedir mais?
Haja Carne pra Canhão
será?
Há um mês já tinha sido.
Dizem que hoje é novamente.
Mas não estou a ver nada.
Nem o menino Jesus a descer pela Lareira acesa
Nem o nascimento do tal velho de barbas
Já por isso não há nada pra ninguém.
Só algo para Alguém!
josé cid – O verdadeiro artista

Parece que eu estava mais certo do que previa na conclusão do post anterior.
O natal chegou, como eu esperava, mas ainda mais cedo do que pensava.
Logo no dia seguinte pra ser mais preciso. Um mês antes do outro Natal, o do menino Jesus, filho do Pai Natal.
Quase em cima do acontecimento, soube que o verdadeiro artista: José Cid, subiria ao palco nesse mesmo dia – 24 de Novembro, noite desta consoada.
Sem pensar 2 vezes, peguei no pouco que tinha no bolso e decidi ir reviver os clássicos desse marco da música portuguesa.
Depois de prolongada ausência, Cid volta de tempos dos quais já não me recordo, depois de uns 20 anos, que canto e voltei agora a cantar:
“Vem viver a vida amor
Que o tempo que passou
Não volta, não.
Sonhos que o tempo apagou
Mas para nós ficou
Esta canção
Vinte anos mais tarde
Encontrei-te por acaso
Numa rua da cidade
Onde moravas
Ficámos parados
E olhámo-nos sorrindo
Como quem se vê
A um espelho pela manhã”
Nem este pequeno excerto, nem esta música podem simbolizar uma pequena parte de tudo o que se viveu nessa noite Inesperadamentes transcendentAl que se viveu no Campo Pequeno, ou nas palavras do próprio artista:
“Escutem estas canções mas ouçam sobretudo as minhas coisas boas.”
Se me permitissem a resposta:
“Como o macaco gosta de banana eu gosto de você”

